Muitas pessoas tem a falsa ideia de que a criança, ou a pessoa com deficiência está inútil às diversas atividades propostas no cotidiano. Sabe-se portanto, que para cada necessidade, ou melhor, para cada ESPECIFICIDADE, pois, cada ser é único independente de ter ou não, uma das funções (refiro-me a funções: neurológica, motor, física, etc.)comprometidas,as atividades devem ser adaptadas ou estarem de acordo para cada criança para que possam atendê-la, e assim, a mesma possa sentir-se parte de um grupo. E assim, basta apenas um olhar diferenciado para que todos participem, lembrando sempre que, para que essa participação realmente aconteça, o professor precisa estar atento aos limites de cada criança. E então, que tal fazermos a diferença?
Este Blog Fazendo a Diferença tem por objetivo atualizar os profissionais de diversas áreas por assuntos especiais, tais como: Histórico da Educação Inclusiva, A Surdez e a Libras, O Sistema Braille, TDAH, Dislexia, entre outras, que estão cada dia mais presente na vida de cada um.
Aprender, estudar, construir o conhecimento exige esforço, dedicação, trabalho. O conquistar algo pelo esforço próprio, trabalho e dedicação também é prazeroso! A nossa tarefa, como pais e professores, é dar significado para a criança, tornando prazeroso o que é visto como desprazer”.
(Prof. Samuel R. Lago)
(Prof. Samuel R. Lago)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Todos devem participar!
Muitas pessoas tem a falsa ideia de que a criança, ou a pessoa com deficiência está inútil às diversas atividades propostas no cotidiano. Sabe-se portanto, que para cada necessidade, ou melhor, para cada ESPECIFICIDADE, pois, cada ser é único independente de ter ou não, uma das funções (refiro-me a funções: neurológica, motor, física, etc.)comprometidas,as atividades devem ser adaptadas ou estarem de acordo para cada criança para que possam atendê-la, e assim, a mesma possa sentir-se parte de um grupo. E assim, basta apenas um olhar diferenciado para que todos participem, lembrando sempre que, para que essa participação realmente aconteça, o professor precisa estar atento aos limites de cada criança. E então, que tal fazermos a diferença?
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